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Aqui você encontra vários tipos de textos. São reflexões, introspecções, filosofadas e relatos, tudo sob a luz do mosaico. Desejo inspirar você com a mesma arte que me inspira.

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Com a cabeça nas nuvens.

    Quando somos crianças e sempre andamos de carro no banco de trás ficamos habituados a apreciar a paisagem que se desenha pela janela. Olhamos com muita atenção e muita imaginação cada detalhe que passa correndo. Viajar de carro era um estímulo ainda maior, pois os cenários mudavam gradativamente fazendo aumentar a expectativa de se conhecer o destino final. Lembro uma vez que percorremos uns bons quilômetros em uma área com plantação de Eucaliptos. Eu olhava exatamente para o lado, não adiante, mas ao lado, na altura do caule das árvores. Com o movimento do carro criava-se uma ilusão de ótica que sugeria um monte de pessoas andando apressadas, como muitos pedestres atravessando a rua na faixa de segurança. Na época estava no ar uma novela chamada "O outro" e sua abertura mostrava imagens urbanas aceleradas, inclusive das pessoas atravessando a rua. Então quando eu via os Eucaliptos correndo apressados, cantava mentalmente a música da abertura ("De todo o meu passado, boas e más recordações. Quero viver o meu presente e lembrar tudo depois. Nesta vida passageira, eu sou eu, você é você. Isto é o que mais me agrada. Isto é o que me faz dizer que vejo flores em você..."). Foi diversão na ida e na volta.
    Já adultos e habilitados a dirigir, perdemos esta capacidade tão autêntica de viajar com as imagens. Se estamos no banco do passageiro, instintivamente dirigimos junto, pisamos com tudo no pedal inexistente do freio e xingamos o mosca morta do carro prata (afinal só existem carros pretos e prata na rua) que mudou de faixa sem sinalizar. Se nos instalamos no banco de trás, conferimos se o caminho está certo ou lemos os nomes das ruas para aprender o caminho novo. No máximo reparamos que o motorista do caminhão ao lado é um porco, que abriu outra loja do Subway na avenida e que motoboy é tudo filho da puta mesmo.
    Bem, esta semana estive na estrada. Como cada um tem seu estilo próprio de dirigir, eu, que faço a linha devagar e sempre, estava já com a perna um pouco dolorida de frear em vão e com a mão direita fossilizada no "puta que pariu" justamente por não compartilhar do estilo "speed racer" do nobre motorista. Para melhorar, chovia. Até que lá pelas tantas a chuva parou. Sabe como fica o céu depois que chove bem? Nuvens muito grandes passeando pelo fundo azul? Então, ficou assim. Fazia não sei quantos anos que eu não me demorava numa paisagem desta. A primeira coisa que reparei foi naqueles imensos sorvetes de limão. Juro que não lembrava como as nuvens ficam especialmente brancas e na consistência exata para dar aquela lambida! Que delícia! Depois o sol da tarde, no seu jogo de luz e sombra, começou a me mostrar que tudo pode voltar a ser leve e divertido. Neste ponto eu já tinha parado de pisar no freio e já tinha esquecido que tinha mão direita, afinal eu estava diante de um enorme sapo que uivava para o alto. Aos poucos o sapão se transformou num grande beiço fazendo bico para dar um beijo. Pausa para o pedágio. Lá se vão mais R$ 6,35. Não, não gostaríamos de instalar o "Sem Parar". Ok. Cade a nuvem beijo? Já tinha mudado. Agora era um monte de atletas correndo em câmera lenta. Dava para ver o esforço em seus rostos e ouvir a trilha sonora de Carruagens de Fogo. Acho que conquistaram a medalha e a metamorfose seguiu para um fantástico show de rock! O vocalista empunhava o microfone com a haste inclinada. Até eu estava na plateia que cantava enlouquecida. Antes mesmo do bis, tudo seguiu uma direção inesperada. Agora um Pateta gigantesco (aquele da Disney) pairava sobre nossas cabeças. Ficou lá um tempão. Calmo e indiferente ao caos que corria abaixo dele. Quando me concentrava na mutação daquele cachorrão humanóide chegamos ao nosso destino. Já? O tempo passou e eu nem vi. O que vi foram os desenhos nas nuvens...
    Depois da minha brincadeira percebi não só que estava encantada, claro, mas que não tinha mais tensão. Pois é...incrível como já temos as ferramentas que podem nos ajudar a ver mais beleza no mundo, alcançarmos mais bem-estar, ficarmos mais dispostos ao amor. Acho que não as usamos porque esquecemos que as possuímos. Que pena! Mas...temos a chave de onde estão guardadas. Criança costuma carregar uma sabedoria que lhe permite viver sua infância num mundo adverso, monótono, adulto. Vale a pena resgatar algumas coisas que já sabíamos e esquecemos. Não tem nada a ver com agir de forma infantil, inconsequente ou irresponsável, mas de reavivar a possibilidade de se encantar com uma (re)descoberta e de ver além do óbvio.




Onde está o seu foco?

    Se tem coisas das quais eu fujo como o diabo da cruz é conversa sobre violência e/ou doença. Sinto-me muito mal, um aperto no peito, um peso na cabeça e uma falta total de esperança no futuro. Parece que só há dor, injustiça e falta de caráter no mundo. Estas coisas existem, claro, mas há tantas outras muito mais interessantes para se pensar.
    Há poucos anos me dei conta que vivemos imersos em um mar de lama emocional. Desde muito pequenos temos nossos erros apontados e valorizados. A culpa é instantaneamente embutida em nossas mentes e seguimos crendo que é muito bom para a alma sofrer e ser coitado. Somos ensinados a ver as pessoas que tem sucesso com muita desconfiança. Algo de errado certamente devem ter feito. Consolamos nossa aguda dor de cotovelo da prosperidade alheia com o pensamento de que ser pobrezinho é que é bom, correto. Duvida? Tente, em uma conversa, perguntar a alguém como ela vai. Será uma torrente de reclamações. Se o grupo for um pouco maior, haverá uma disputa velada de quem sofre mais, quem tem o pior emprego, o pior casamento, quem pega mais trânsito, quem tem menos dinheiro, quem tem mais problemas na família e quem já está perdendo a saúde por tudo isso. É sério, qual o objetivo disso tudo? Se o sujeito está de carro novo é capaz de estacionar uns dois quarteirões antes do bar onde vai se encontrar com os amigos para não ter que ouvir que ele, afinal, se deu bem. Que tragédia! Não terá direito de reclamar durante o happy-hour.
    Este comportamento para lá de esquisito faz com que não olhemos nossas conquistas de forma adequada. Como tudo é rapidamente coberto pelo manto da culpa, deixa-se de analisar o que foi feito para que o objetivo fosse alcançado. Algo muito simples como acertei aqui, errei lá, ali deu certo sem querer, preciso prestar mais atenção naquilo, melhorei naquele ponto e por aí afora. O sujeito que andou duas quadras a pé para que ninguém visse que trocou de carro sabe bem o quanto trabalhou, o que fez para guardar dinheiro, o quanto buscou se aprimorar para pleitear um salário melhor e também das prioridades que elegeu com o intuito de alcançar seu objetivo. Isso seria motivo de orgulho e não de vergonha! Certa época trabalhei com uma pessoa que enchia a boca para falar que nunca tinha dinheiro. Queria muito ter tal sapato, mas....não tinha dinheiro. Queria usar o creme x, mas....não tinha dinheiro. O mais engraçado é que ela, então, comprava uma imitação do sapato que realmente queria. A imitação custava R$ 20,00. O original custava R$ 100,00. A imitação rasgava depois de dois meses de uso e ela comprava outra. O original durava anos a fio. Tentei um dia argumentar que ela tinha, sim, dinheiro para comprar o sapato melhor. Só precisaria guardar uma quantia por mês até ter o valor total. Era o exemplo mais elementar do ditado "o barato sai caro". Mas não tinha jeito! Para ela era impossível deixar de gastar a quantia que poderia guardar. Sempre gastava em coisas supérfluas e de baixa qualidade. E assim seguia dizendo-se desfavorecida e mal dizendo quem conquistava aquilo que ela desejava para si. Realmente ela era desfavorecida. De inteligência.
    Se conseguíssemos limpar esta forma burra e hipócrita de enxergar a vida talvez tivéssemos todos nós mais sucesso nas nossas realizações. No lugar de invejar o colega, perceba o caminho que ele percorreu até ali. Veja que é possível não só para você, mas qualquer um que realmente desejar aquilo e tiver a obstinação para conquistar. Se algo ruim acontecer no seu trajeto, entenda que isto faz parte da existência, do mundo no qual vivemos. Não transforme em tragédia os fatos da vida. Apenas siga em frente. Obstáculos existem para todos. Você pode escolher superá-los ou ficar ali, diante deles, amaldiçoando o momento em que escolheu seguir aquele caminho sem se dar conta de que ele não termina ali.
    Mais do que aprender com os exemplos de sucesso e superação das outras pessoas é de grande ajuda perceber as suas boas qualidades. Você sabe que as tem. Enumere todas elas. Se for muito difícil para você pensar no seu lado bom, faça isso quando estiver sozinho, no escuro, trancado no banheiro. Se sobreviver a isto, à percepção de que tem muita coisa de valor no seu interior, trabalhe para desenvolver estes aspectos. Focalize a sua atenção para tudo que existe de melhor em você. Faça estes atributos crescerem. Estamos muito longe de sermos seres perfeitos, mas também não somos poços de desgraças. Ao incrementar o que você tem de melhor, irá sobrepujar os seus defeitos e seus pontos fracos. Não parece lógico? E fica ainda melhor. Dê o nome que quiser, mas o fato é que você irá vibrar diferente e entrará na mesma frequência de pessoas que tem a mesma atitude. A tendência será de crescimento, de amadurecimento, de responsabilidade. Tudo isso vem acompanhado de muito mais bem-estar. É isso que você quer? Então vamos arregaçar as mangas e botar a mão na massa. Não é o seu caso? Volte para a rodinha da auto-piedade e da incapacidade. E me espera sentado.


Época de libélulas.

    Desde o começo desta semana cruzei com várias libélulas. Nos encontramos na rua e também na janela de casa. Fiquei pensando com meus botões de onde elas teriam vindo. Não me lembro de vê-las com tanta frequência. Aliás, raramente as via. Talvez, assim como acontece com os caquis, agora seja a estação das libélulas. O Luciano diz que elas são as "Ferraris" do mundo dos insetos pela sua capacidade de vôo. Ainda não consegui vislumbrar esta parte tão técnica do bicho. Tenho uma visão mais romântica da natureza. Para mim elas se parecem mais com pequenas fadinhas. Independente de ser um carro ou um ser etéreo, estas senhoritas fizeram com que eu percebesse que meu grau de atenção para o que está à minha volta anda um tanto baixo. Ainda que exista a "safra" de libélulas, com há a dos "siriris" entre dezembro e janeiro, eu deveria vê-las todos os anos e não ter a sensação de que praticamente não existissem. Contudo foi uma pequena mudança na rotina, que me fez sair a pé alguns dias da semana pela manhã, que possibilitou o nosso reencontro. Aliás é impressionante o que podemos ver quando andamos de cabeça erguida. Por exemplo, nessa breve caminhada eu passo em baixo de um pequeno viaduto. Quando estou voltando, as plantas que nascem sob ele têm a luminosidade por detrás. Isto faz com que seu verde fique brilhante, fluorescente. Pode estar sol, chuva ou nublado. O efeito pode ser observado com qualquer clima. Acho aquilo lindo, meio mágico. Olhar para aquelas plantinhas acesas dá um sensação prazeirosa. Na calçada oposta há um ponto de ônibus e sempre me pergunto se aquelas pessoas já viram as plantas com suas folhas iluminadas. Pela cara delas acho que não. Acho que também não viram as libélulas.
    Pense comigo em quantas coisas deixamos de ver por estarmos presos a uma rotina ou a um condicionamento. As plantinhas ou as libélulas podem não fazer diferença alguma para você. Para mim, entretanto, deixam o dia mais alegre. Fazem diferença na minha vida, no meu cotidiano. Todos nós temos áreas de interesse que nos tocam. Geralmente estão à nossa volta, mas não podemos vê-las. Estamos muito entretidos em fazer a mesma coisa, sempre igual, todos os dias. Estes condicionamentos nos privam não apenas de ver e apreciar o que é belo aos nossos olhos, mas de enxergar situações, oportunidades e até respostas que procuramos tão arduamente nos lugares errados.
    Certa vez, quando trocava breves palavras com a minha querida amiga Andréa sobre mudanças, ela contou algo muito elucidativo que ocorria em sua casa. Com certa frequência, a mãe mudava a posição dos móveis. Nos primeiros dias era um tal de esbarrar e tropeçar pelos cantos. Mas depois de assimilada a mudança, todos tinham um novo olhar sobre a casa. E concluiu dizendo que quando não mudamos perdemos a capacidade de apreciar as coisas. Observe que para ter um novo olhar sobre o mundo não é necessária uma mudança abismal. Não é preciso mudar de casa para que ela pareça nova. Trocar a posição dos sofá já tem este efeito.
    São as pequenas ações que, somadas, nos possibilitam dar grandes passos. Nosso instinto parece não perceber isto. Sempre que sentimos a necessidade de efetuar uma mudança na vida pensamos em algo muito grande, como se fossemos dormir de um jeito e acordar de outro. Isto não condiz com a realidade. Nada se constrói da noite para o dia. Percebemos isto, mas não nos damos conta. Sabemos que no dia de amanhã tudo estará no mesmo lugar e ainda assim fazemos um corte de cabelo radical acreditando que tudo será diferente depois disso.
     Cada um tem seu tempo interno para perceber que é melhor olhar adiante enquanto se caminha ao invés de olhar para os buracos da calçada. Mas se você se dispuser a assimilar pequeninas alterações e levá-las adiante, perceberá, depois de algum tempo, que já conquistou um ganho que te deu força para tentar algo um pouco maior. Por exemplo, proponha-se a nunca mais, nunca mais, deixar louça acumular na pia independente das flutuações do mercado financeiro, do paredão do Big Brother ou da previsão do tempo. Sentirá que estar em uma cozinha arrumada te faz bem. Sim, todo mundo gosta de ordem e limpeza. Incrementa a sua qualidade de vida. Para este ganho você precisou de disciplina. Pronto! Todo o processo foi desmistificado. Agora você sabe que com vontade, disciplina e pequenas ações pode efetuar mudanças que afetam a sua qualidade de vida. Melhor do que isso só mesmo Papai Noel aparecer aqui em casa para comer um pizza e perguntar o que eu quero ganhar nos próximos 15 Natais.
    Estamos neste planeta não por outra coisa senão para sermos felizes. Não há motivos para que isso não aconteça. As libélulas estão por aí, para quem quiser vê-las. Podemos aprender a curar nossa feridas, a melhorar o que não está bom ou aprimorar o que já funciona. Melhor do que isso, podemos fazer tudo isso por meio do prazer.


O brilho do olhar.

    São inúmeras as formas que temos de nos comunicar. Usamos a voz, pronunciamos palavras em diferentes entonações e intenções, gesticulamos com mãos, braços, cabeça e todo o corpo. Até o silêncio é usado por nós neste processo tão complexo. Contudo, tantas minúcias podem não valer nada se não olharmos nos olhos. A máxima de que são as janelas da alma é uma verdade modesta. Acho que são a porta mesmo.
Os olhos dizem tudo o que a mente não tem coragem de falar, delatam tudo o que se passa no coração. São incapazes de mentir, não conseguem simular a alegria sincera e nem a lágrima sentida. Muito indiscretos, escancaram as boas notícias brilhando como dois pequenos diamantes cristalinos.
    Para conversar realmente com alguém é imprescindível olhar diretamente nos olhos, de forma firme e profunda. Há que ter certa cautela, é verdade, pois é possível se perder em um olhar.
    Mais do que olhar, o não olhar também diz muito. Por exemplo, quando alguém vai lhe prestar um serviço e não consegue te encarar na hora de falar o valor e explicar o problema, pode dar o alerta laranja. Boa coisa não vai sair dali. Eu particularmente não confio em quem não olha nos olhos. Descaradamente prefiro quem não tem pudores de fixar seus olhos no meu. Não brevemente, mas demoradamente. O tempo todo, a conversa toda. Acho irresistível! Quando alguém me olha profundamente nos olhos, tenho a chance de fazer o mesmo e isto é absolutamente fascinante. Pode não ser sempre um deleite, mas jamais deixa de ser interessante. Se você tem a felicidade e a honra de cruzar o seu caminho com o de pessoas especiais, sabe que ali, em cada uma daquelas esferas cristalinas há uma mar de força e afeto prontos para te levar. Não resista! Deixe-se ir. Ou fique e deixe-se invadir por uma torrente de bons atributos. Emocione-se e perceba como você é privilegiado em vivenciar algo tão especial. Talvez não tivesse reparado até então que aquelas pessoas que você já via há algum tempo tivessem algo tão bonito e único para te oferecer. Aceite!
    Uma vez que se bebe o brilho dos olhos de alguém, passa a ser irresistível buscar este néctar em todos os olhares. Entenda que há muita coisa para ser vista e nem todas são doces. Um dia desses saí em uma procura ávida por olhos brilhantes e encontrei de tudo: aflição atrás de um sorriso, desinteresse total enquanto a boca dizia "tudo bem com você?", muita preocupação e ansiedade em resolver os problemas do mundo, também uma tristeza sem tamanho, um mar de escuridão e opacidade enquanto a boca dizia "estou ótima!". Não sei porque nos damos ao trabalho de dissimular se nosso olhos estão ali para quem quiser ler a verdade. É que no íntimo sabemos que não são todas as pessoas que gostam de sorver olhares. Então temos o alento de continuar nos enganado um tempinho mais.
    Comunicar-se com o olhar não é para todos. É preciso coragem e vulnerabilidade para deixar o seu olhar dizer, falar tudo sobre você. É preciso coragem e vulnerabilidade para adentar um olhar sem saber o que poderá encontrar. E como tudo na vida, o ganho vem na mesma proporção do risco.
    Para quem acha isso muito difícil, complicado ou abstrato sugiro esquecer tudo o que leu. Nem tente desvendar um olhar. Digo por experiência que é muito broxante mergulhar em um olhar que tenta ser o que não é. Deixe para lá. Vá se admirar com os olhares dos personagens de novela.
    Já os viciados em adrenalina, que gostam de fortes emoções e incontadas surpresas, podem ir fundo. Verão que Hopi Hari é o troquinho do pastel. Acredite e bom deleite!