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Aqui você encontra vários tipos de textos. São reflexões, introspecções, filosofadas e relatos, tudo sob a luz do mosaico. Desejo inspirar você com a mesma arte que me inspira.

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Em busca de fórmulas.

O que fazer quando se sabe o caminho mais não se tem idéia de como percorrê-lo?
Quando se olha o que já passou e se deseja mudar o que virá, como descobrir a direção?
Como iniciar a mudança sem saber para onde, por onde?
Para onde olhar quando a bússola não indica norte ou sul?
Antes do medo, a angústia.
Misturada à lucidez, a descrença.
A mente vai onde as mãos não alcançam.
O ar falta no peito pequeno, apertado.
O sol brilha insosso e inútil.
O vento traz apenas poeira.
A esperança caminha lentamente para fora.
As respostas estão veladas.
A pergunta estará errada?
Devo desejar os meios e não o fim?
Ou eu estou vendada, incapaz de apreciar a evolução, afogada no imediatismo.
Onde estão os parâmetros? Preciso deles!
Uma pista, uma dica, uma placa só para saber se acelero ou não.
Onde estão as respostas?
Cada um, preso ao seu próprio dilema, está incapaz de calçar os sapatos do outro.
Estamos sós em nossas decisões, isolados em nossas buscas.
Recebemos o que não precisamos, o que não pedimos, às vezes em ambudância.
Minguamos na carência do essencial.
Uma vez mais, olhar para dentro.
Respirar, lenta e profundamente.
Ficar consigo demoradamente e tirar dali as respostas.




2 comentários:

  1. Adriana, obrigada, amiga, pelo carinho.
    Curiosamente, em Natal, tentei contactar-te, mas, vá lá a minha incompetência saber porquê, não consegui.

    Este belo texto pede demora, vagar, tempo, intenção de nele mergulhar.
    Sei do que falas quando falas na dor da decisão, na urgência do corte, na premência de recomeçar.
    Sei bem do que falas. É um processo doloroso, um parto, que, tal como ele, com a dor traz a redenção, o renascimento.
    Além de doloroso, é lento ( falo por mim...), mas, de repente, faz-se luz e a tua, a minha, hesitação transforma-se em certeza, em decisão inabalável.
    Assim tendo sido nos momentos de grande viragem na minha vida.
    Tempo, tempo é o remédio. Dar tempo às hesitações, tempo aos grandes medos, pois, se com eles conviveres, criarás anti-corpos, uma espécie de vacina que te torna imune.
    A chatice, amiga, é que ninguém te pode ajudar... as tais pistas e coordenadas valem o que valem.
    Um belo dia, num glorioso dia, faz-se luz e as dúvidas, tal como as trevas, dissipam-se.

    (Amei, amei, amei os teus comentários, princesa!)

    Beijo da Nina

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